WAY BACK ZA KEPLER

sábado, 5 de janeiro de 2013

V.I.L.A.F.C.D.F.C.M.















V.I.L.A.F.C.D.F.C.M.
Acredito que eles estão muito longe de uma descoberta deste porte, visto não terem descoberto, ainda, a vilafcdfcm. Se nem eu que sou de lá sei de outra forma é pouco provável que os daqui sequer imaginem algo desta natureza. Os daqui ainda vivem na época onde quase tudo é impossível. Qualquer coisa que seu cérebro não seja capaz de entender, para os daqui é sempre impossível.
Pelos meus cálculos os daqui estão atrasados aproximadamente uns cinco mil anos em relação a capacidade neuro. Isto numa previsão otimista.
O que me leva a perceber que estando aqui, atrasei os mesmo prováveis, cinco mil anos. Poderia dizer que voltei a cinco mil anos atrás apenas na capacidade neuro enquanto o restante, aparentemente, é superficialmente, parecido.
Tantos lugares que eu poderia ter chegado, involuntariamente, como ocorreu, talvez cinco mil anos a minha frente, mas tive que vir para o retrocesso neuro. E se ficar por aqui muito tempo, acredito que acabarei me tornando com um daqui, no que diz ao aspecto neuro, porque o restante, visivelmente, não há diferença.
Ou, posso esquecer as regras, se é que posso fazer isto, e passar o conhecimento para os daqui.
Ai poderia acontecer duas coisas, os daqui assimilariam toda a informação e faria o uso dela para avançar, ou a assimilação não aconteceria e num refluxo neuro por incapacidade neural que os daqui possuem, possa gerar um colapso neuro que tornaria a capacidade neuro quase que inativa. Trazendo os daqui de volta ao início do sistema neuro. E isto seria como uma explosão crosmocópica na atividade neuro dos daqui.
Mas teria, um dia, que tomar uma decisão.
Ou iremos todos para frente, ou voltaremos todos ao início do fim.

domingo, 30 de dezembro de 2012

AS SEGUNDAS FEIRAS

 













AS SEGUNDAS FEIRAS
Segunda feira, o primeiro dia depois do dia em que não precisamos trabalhar, parece sempre um dia desanimador. Não apenas uma ou outra, mas todas as segundas feiras são assim. O que me intriga é o que leva a todos daqui a ter este mesmo sentimento. Sempre desanimado.
Acredito que seja do próprio corpo, que se acostuma a não cumprir horários no dia anterior, e depois ter que se adaptar a cumprir horário, ordens e tarefas.
Não sei por que, mas segundas feiras são sempre melancólicas. Meio que triste, principalmente na parte antes do almoço. Talvez a parte antes do almoço seja uma extensão do domingo que vai de encontro com, a parte de depois do almoço, que é uma antecipação da terça. Dai, parece que começamos a segunda feira meio que desanimado e após o almoço já nos alinhamos para o condicionamento da semana, seja físico, social ou mental.
Não devia me sentir assim, como os daqui, porque sou de lá, e lá, não tinha estes estranhos fisioquímicos acontecendo comigo.
Mais uma vez, isto comprova que estando aqui, somos inevitavelmente como um daqui. Não dá ou não se pode ser diferente. Por isto aqui todos são iguais, fazem praticamente a mesma coisa e tem as mesmas sensassões. 
Acredito que o sentimento que ocorre nas segundas feiras de manhã, não tenha nada a ver com o domingo em que se fica parado. Mas em um círculo de sete dias, contados pelo tempo deles daqui, em que ocorre uma determinada reação no corpo que induz a isto.
Isto que aqui é chamado de " Segunda Feira, dia da preguiça"